. populares img:hover{ -ms-transform: rotate(-10deg); -webkit-transform: rotate(-10deg); -moz-transform: rotate(-10deg); -o-transform: rotate(-10deg); transform: rotate(-10deg);}
Ultimas

O PASSADO PELO PRESENTE

PROVEDOR DE INTERNET

quarta-feira, 9 de maio de 2018

Vereadores aliados do prefeito não querem concurso público.

Devido ao acontecimento na última Reunião Ordinária do dia 27 de abril, ocorreu na sexta-feira (04/05) a primeira reunião extraordinária de 2018, para que fosse possível votar o Projeto de Lei que cria os cargos efetivos para a Câmara dos Vereadores de Marcelino Vieira. O resultado, talvez já esperado por muitos, foi negativo para o povo. Os vereadores situacionistas foram contra o concurso público em Marcelino Vieira.

O vereador Aurivones Alves passou meses estudando e formulando esse projeto de Lei, criou os cargos, os salários, estudou a viabilidade econômica para a realização do concurso, encontrou empresas que realizam o concurso sem custo financeiro para a Câmara, apenas com a arrecadação das inscrições, checou junto ao ministério público a idoneidade dessa empresa e apresentou aos vereadores, que são os fiscais servidores do povo.

O projeto teve sua tramitação legal, onde teve sua primeira discussão e em seguida foi encaminhado para as comissões, sendo que dia 27 não foi possível a apreciação do projeto, pois nenhum dos vereadores da mesa diretora assumiram a presidência para o Presidente discutir o mérito do projeto, logo convocou-se um sessão extraordinária com o objetivo de aprovar, mas infelizmente o fim não foi o esperado, o resultado é que simplesmente os vereadores situacionistas não querem servidores efetivos no Município e muito menos na Câmara.
O que é também surpreendente, afinal quando o Presidente da Casa Aurivones Alves apresentou projeto para criar concurso público para o Município, os vereadores questionavam o fato dele não abrir para a Câmara Municipal. Nesta sexta tínhamos projeto para isso, e assim como o do Município, o concurso da Câmara também foi reprovado.
A resposta para isso talvez seja a desconfiança, não acreditavam que o Presidente da Casa seria capaz de tomar essa atitude, pois a cultura da cidade é o cabide de empregos, o apadrinhamento, o nepotismo. Esses foram os principais motivos que prejudicaram gestões passadas, foram esses os motivos que trouxeram uma “mudança” para a cidade, porém como muitos já previam, depois que assumem o poder, o que mudou foi o nome na cadeira.
Hoje só temos a lamentar pelo ponto que chegou essa dita mudança, lamentar pelo nível de depreciação que o poder pode criar em seres humanos, as várias formas do homem se corromperem, a que ponto uma cidade e uma Casa Legislativa pode ser prejudicada em favorecimento de meia dúzia de pessoas totalmente despreocupadas com o bem-estar dessa cidade.

F.: Câmara Municipal de Vereadores de Marcelino Vieira -RN