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segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

Preço da gasolina chega a R$ 4,22 em Marcelino Vieira e pesa no bolso do motorista



Enquanto o Governo Federal comemora o resultado da inflação oficial de 2017, fechada em 2,95% de acordo com dados do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), o cidadão comum não consegue compreender a montanha russa dos preços dos combustíveis desde que a Petrobras adotou uma nova modalidade de precificação baseada no mercado internacional. A montanha russa, porém, por enquanto só apresenta aclives. Enquanto a inflação encerrou o ano abaixo da meta central do Planalto, a gasolina subiu, de julho a dezembro, 15%. O porcentual de um semestre corresponde a cinco vezes a taxa da inflação do ano. Nos postos de combustíveis de MARCELINO VIEIRA, região do alto oeste potiguar,  o custo do litro pesa no bolso do cliente: R$ 4,22.


“Está um absurdo, fora de controle. 
Nos postos de combustíveis, a reclamação dos empresários é generalizada. Eles confirmam que houve nas vendas em porcentuais de dois dígitos, mas preferem não detalhá-los, tampouco se identificar. O Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo do Rio Grande do Norte (Sindipostos/RN) não comenta a variação dos valores praticados nas bombas sob a justificativa de que é uma decisão de cada empresário. Em alguns postos, frentistas e gerentes confirmaram queda no movimento e, consequentemente, no faturamento.

“Todos os motoristas reclamam dos preços. Nós não podemos fazer nada, infelizmente. Somos conscientes de que está caro, realmente”. Disse um morador. 

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