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quinta-feira, 2 de novembro de 2017

A Maternidade de Marcelino Vieira continua sobre a administração da interventora judicial Denise Aragão. Confira


A maternidade Pe. Agnelo Fernandes, vem passando por uma fase de reestruturação, física e administrativa, devido a atos provavelmente ilegais dos antigos administradores da referida instituição, atos estes que culminaram na interversão do Ministério Público Federal e Estadual, levando ao afastamento dos antigos gestores, e passando a direção de forma plena para o Município de Marcelino Vieira/RN, que infelizmente, por não atender de forma plena as determinações judiciais concedidas em sede de medida liminar, o município de Marcelino Vieira/RN, perdeu a oportunidade de administrar a APAMI, que hoje é administrada pela interventora judicial.

O município, insatisfeito com a decisão judicial que nomeou a interventora judicial, Denise Aragão, peticionou nos autos um pedido de reconsideração, na tentativa de retomar a administração da APAMI, as alegações não convenceram o Juiz, e o mesmo indeferiu o pedido do município, manteve a interventora judicial na administração da maternidade, e a decisão no meu ponto de vista, foi acertada pelo fato da boa administração que a interventora vem fazendo, mesmo diante das dificuldades enfrentadas nos últimos dias pela saúde pública do nosso país que está um caos.

O juiz diante da sua imparcialidade e demais atributos inerentes ao seu cargo, determinou prazo para o município acostar documentos aos autos, o presidente da Câmara para fotocopiar o que desejar, a interventora para apresentar planos dos serviços de emergência e ao Ministério Público para se manifestar nos autos. (VER DECISÃO).

A pergunta é: – Porque a maternidade ainda não está funcionando de forma plena? Existem dois fatores preponderantes para responder a pergunta.

Falta de compromisso com a população, pois ao invés de buscar a administração da APAMI, o município deveria buscar pareceria com a interventora, apoiar as suas ações e repassar os valores devidos por meio de convênios e a população sairia vitoriosa, pois são os únicos beneficiários.

Falta de recursos financeiros – O que não dá para entender nessa alegação, tendo em vista que a Câmara Municipal de Marcelino Vieira/RN, no dia 29 de julho de 2017, depois de fervorosas discurssões democráticas, aprovou a abertura de crédito especial na ordem de R$ 1.069.000,00 (um milhão e sessenta e nove mil reais), só tinha esse recurso financeiro se fosse para o município administrar? Estranho, onde fica a população diante de tais situações, qual o interesse maior o povo ou simplesmente a administração da maternidade?

O mais lamentável na busca pela administração da maternidade por parte do município, é que a população está sem um local adequado para atendimento, primeiros socorros e internações, clamamos pelo bom senso para que o município busque de forma pacifica atender as necessidades e as demandas da maternidade que também é a necessidade e a maior demanda do povo.

Quanto a interventora, a decisão judicial vem acompanhada de boas referências a interventora quando diz: “sobreleva nota que até a presente data não foi apresentada aos autos qualquer fato ou notícia desabonadora da conduta da interventora, ao revés, o currículo apresentado e o relatório situacional demonstraram ser ela, uma expert na área da saúde pública”. Do mais, o magistrado diz: “o interventor é a mão estendida do estado juiz”.

O Poder Judiciário e o Ministério Público da Comarca de Marcelino Vieira-RN, vem prestando um relevante serviço à população, em suas acertadas decisões que diante de sua imparcialidade e demais atributos, tem olhado com os bons olhos da justiça, aplicando de forma justa a lei, e buscando a pacificação para que todos indiscriminadamente independente do cargo ou função que exerce, venha a buscar o interesse maior da população independentemente de qualquer interesse, desejo ou sentimento pessoal ou político-partidário.

F.: Blog do Dr. Aurivones

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