. populares img:hover{ -ms-transform: rotate(-10deg); -webkit-transform: rotate(-10deg); -moz-transform: rotate(-10deg); -o-transform: rotate(-10deg); transform: rotate(-10deg);}
Ultimas

O PASSADO PELO PRESENTE

PROVEDOR DE INTERNET

sexta-feira, 13 de outubro de 2017

Após reajuste, gás de cozinha é vendido a até R$ 75 em Natal

Botijão de gás


Após o novo reajuste de 12,9% no preço do gás liquefeito de petróleo (GLP) para uso residencial, anunciado no último dia 11, o valor dos botijões de até 13 quilos (GLP P-13), conhecido como gás de cozinha, pode variar em Natal entre R$ 65 e até R$ 75. 

Em alguns pontos da cidade, em razão do estoque anterior ao reajuste, alguns pontos de distribuição estão mantendo o preço entre R$ 60 e R$ 65. Contudo, nestes mesmos locais, o produto passará a ser vendido, dentro em breve, a R$ R$ 75. 

A reportagem pesquisou o valor cobrado na venda de botijões de até 13 quilos em bairros das quatro regiões da cidade. 

A Zona Norte já passou a incorporar o novo reajuste à tabela de preços. Os valores da região, de acordo com os pontos verificados, está variando entre R$ 65 e R$ 75.

Na zona Leste, principalmente entre os bairros da Ribeira e das Rocas, ainda se pode encontrar valores mais em conta do produto. Em alguns locais, ao se pagar à vista, o consumidor pode gastar até R$ 60. Mas, com a redução dos estoques, os valores serão precificados acima dos R$ 70.

Os distribuidores de gás da zona Sul também já atualizaram a tabela de preços. Entre os bairros de Capim Macio, Ponta Negra e Neópolis, os valores estão variando entre R$ 65 a R$ 75.

A situação não é diferente entre os bairros da zona Oeste. Em pontos do bairro de Felipe Camarão, já se pode encontrar o botijão a R$ 70. 

Até o fim de setembro, segundo o Sindicato dos Revendedores de Gás do Rio Grande do Norte (Singás), o custo do botijão ficava entre R$ 55 e R$ 68. 

A Petrobras informou, por meio de sua assessoria de imprensa, que o aumento, calculado de acordo com a política de preços divulgada em junho deste ano, reflete “principalmente, a variação das cotações do produto no mercado internacional”. 

A companhia acrescentou que, como a legislação brasileira “garante liberdade de preços no mercado de combustíveis e derivados, as revisões feitas nas refinarias podem ou não se refletir no preço final ao consumidor”. O impacto no consumo dependerá de repasses por distribuidoras e revendedores, advertiu.

A empresa destacou que o ajuste não tem incidência de tributos. Caso seja repassado integralmente aos preços ao consumidor final, a estimativa é que o preço do botijão de GLP P-13 suba em torno de 5,1%, em média, ou cerca de R$ 3,09 por botijão, informou a Petrobras. O último reajuste foi feito em 26 de setembro.

O Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Gás Liquefeito de Petróleo (Sindigás) calcula que o reajuste oscilará entre 7,8% e 15,4%, de acordo com o polo de suprimento.

De acordo com a entidade, a correção aplicada não repassa integralmente a variação de preços do mercado internacional. Diante disso, o Sindigás estima o preço do produto para botijões até 13 quilos “ficará 6,08% abaixo da paridade de importação, o que inibe investimentos privados em infraestrutura no setor de abastecimento”.

Também entaram em vigor novos reajustes para diesel e gasolina. Para o diesel, o Grupo Executivo de Mercado e Preços estabeleceu queda de 0,2%, que se soma à redução de 1,3%, entrou em vigência no dia (10). Para a gasolina, foi estabelecida retração de 2,6%, após aumento de 1,5% que vale a partir desta terça-feira.

Nenhum comentário:

Postar um comentário