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segunda-feira, 25 de setembro de 2017

Geraldo Melo prevê dificuldades para Robinson, reconhece bom momento de Fátima, mas ainda acredita na força eleitoral de Carlos Eduardo.


O ex-governador e ex-senador, Geraldo Melo (PMDB), que anda "falando pelos cotovelos" quando a pauta é a disputa eleitoral que será travada no próximo ano, opinou sobre a corrida estadual de 2018, no Rio Grande do Norte, ao conceder entrevista ao Portal Agora RN (Veja AQUI).

No tocante ao embate para o Governo do Estado, Geraldo Melo considerou o atual momento extremamente negativo para o governador Robinson Faria (PSD), sobretudo no campo administrativo, fato que, para o peemedebista, deverá dificultar o projeto de reeleição do Chefe do Executivo estadual.

Apesar de estar filiado a um partido que diverge ideologicamente do PT, Geraldo Melo reconheceu o bom momento vivenciado pela senadora Fátima Bezerra, inclusive, atribuindo-lhe um certo favoritismo, mesmo que circunstancial. No entanto, demonstrou acreditar que os escândalos que envolvem o PT nacional poderá respingar sobre a postulação da petista local.

Mas, quando falou na possibilidade de uma candidatura do prefeito de Natal, Carlos Eduardo (PDT), o ex-senador disse acreditar na força do capital eleitoral do gestor natalense. Todavia, deixou transparecer que, caso o pedetista não aceite disputar o Governo, o nome do desembargador Cláudio Santos deverá ser a segunda opção de seu grupo político (PMDB/DEM).

Por último, Geraldo Melo comentou sobre as opções para o Senado Federal, que terá duas vagas abertas para disputa no RN. Segundo ele, tanto Garibaldi Filho (PMDB) quando José Agripino (DEM) são os favoritos, porém, reconheceu que os dois enfrentam problemas.




Ainda pouco se fala sobre o pleito eleitoral que será deflagrado no próximo ano. O desinteresse da população é tamanho que muitos chegam ao ponto de enxergar o cenário como bastante nebuloso, quase indescritível, sobretudo no que se refere às disputas que serão travadas pelos cargos de Governo e Senado. 

Quanto às vagas que serão preenchidas para a Câmara Federal e Assembleia Legislativa, como em anos anteriores, certamente haverá um verdadeiro leilão em torno da cooptação de lideranças municipais (prefeito, vereadores e etc.), em um verdadeiro "vale tudo" na busca pelo voto.

Somente nos chamados redutos eleitorais é que o trabalho desenvolvido pelos parlamentares são realmente colocados à prova, a partir de suas respectivas atuações. Quando isso acontece, observa-se que as disputas para o cargo de deputado estadual despertam a paixão do eleitor de forma semelhante aos embates municipais, inclusive chegam a ser taxadas como prévias.

No Alto Oeste, a julgar pelo desempenho à frente de seus respectivos mandatos e considerando as estruturas partidárias que os resguardam, arrisco-me a escrever que, mais uma vez, os deputados Getúlio Rêgo (DEM) e Galeno Torquato (PSD) deverão amealhar a maior quantidade de votos.

Provavelmente, os também deputados Gustavo Fernandes (PMDB) e Raimundo Fernandes (PSDB) deverão aparecer logo em seguida, rigorosamente nesta ordem, entre os mais votados da região. Principalmente, se não surgir uma novidade para embolar o jogo eleitoral.

Pau dos Ferros 

No plano local, Getúlio Rêgo segue como franco favorito para alcançar a primeira colocação. Galeno Torquato, que nas eleições de 2014 conseguiu se tornar o segundo colocado mesmo sem receber o apoio de uma grande liderança do município, deverá permanecer no mesmo patamar.

Já com relação aos 'ausentes' Gustavo Fernandes e Raimundo Fernandes, que só aparecem em Pau dos Ferros às pressas, ou de passagem, estes poderão amargar um demasiado desgaste junto à população, haja vista a atual realidade de impaciência do eleitorado. 

Evidentemente que nossa análise não se aplica ao quadro geral no Estado onde, por exemplo, entendemos que a situação tanto de Gustavo quanto de Raimundo são bem mais favoráveis. Também, com bastante humildade, pondero que nosso comentário não é infalível, as nuances podem mudar e, talvez, o que enxergamos como improvável hoje poderá se tornar uma realidade amanhã.

Enquanto isso, sugiro ao eleitor ficar atento às atuações dos nossos representantes para, posteriormente, decidir com lucidez quem merecerá receber o seu voto de confiança na urna.

Política Pau-Ferrense

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