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segunda-feira, 15 de maio de 2017

Homem é suspeito de matar a própria mulher e se enforcar em seguida, no RN

Uma mulher de 24 anos foi morta na noite deste domingo (14) na cidade de São Francisco do Oeste, na região Oeste potiguar. 



Segundo a Polícia Militar, o suspeito do crime é o marido dela, um homem de 25 anos que foi encontrado enforcado logo após o crime. Ainda segundo a PM, conhecidos disseram que a mulher estaria grávida de três meses.

O casal estava em um bar, às margens da BR-405, por volta das 22h. Ainda segundo a PM, testemunhas disseram que os dois discutiram e foram para um banheiro. Depois a mulher foi encontrada morta com um corte no pescoço. Ela morreu no local.

Após o crime, o suspeito foi encontrado enforcado em um terreno baldio que fica perto do local onde a mulher foi morta. Ainda segundo a PM, um canivete com marcas de sangue foi encontrado no bolso do homem.

Violência Desenfreada

A violência segue desenfreada e batendo recordes negativos no Rio Grande do Norte. Neste domingo (14), com o assassinato de um casal em São José do Campestre, cidade distante 100 quilômetros de Natal, o estado alcançou a marca de 900 homicídios registrados somente este ano. A média é de 6,7 assassinatos por dia. Os dados são do Observatório da Violência Letal Intencional (OBVIO) – instituto que contabiliza e analisa os crimes contra a vida no RN.

Especialista em segurança pública e coordenador do OBVIO, Ivênio Hermes afirma que "nunca se matou tanto no Rio Grande do Norte". Ano passado, entre 1º de janeiro e 14 de maio, o instituto havia contabilizado 702 homicídios. "Agora, com a marca de 900 neste mesmo período, temos um crescimento no número de assassinatos na ordem de 28,21%. Isso significa uma taxa de 22,66 mortes para cada grupo de 100 mil habitantes, uma das mais altas do país", acrescentou.

Feminicídio

Além deste caso, segundo o OBVIO, 47 mulheres já foram assassinadas este ano. Destas, nove com características de feminicídio - quando a mulher é morta com características de violência doméstica e/ou de gênero.



O feminicídio, que passou a valer em março de 2015, é uma qualificadora para o crime de homicídio praticado contra mulheres por razões de gênero. A lei considera a questão de gênero quando o crime envolve violência doméstica e familiar ou menosprezo ou discriminação à condição de mulher. A pena é de 12 a 30 anos de prisão, maior do que para homicídio. E a punição pode ser aumentada se o crime for contra gestantes, menores de 14 anos ou maiores de 60.