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domingo, 30 de outubro de 2016

EXCLUSIVIDADE DO BLOG - ELEIÇÕES 2º TURNO

PASTOR ´PREFEITO


Campanha do senador foi marcada por diversas polêmicas nesse segundo turno

O candidato Marcelo Crivella (PRB) venceu o segundo turno das eleições municipais de 2016 do Rio de Janeiro neste domingo (30) com 59,16% dos votos válidos. Marcelo Freixo (PSOL) teve 40,84% dos votos, quando as urnas apuradas já contabilizam 92,24%, ou seja, matematicamente, Crivella já pode ser considerado eleito. 
Considerando os demais votos, 16,04% dos eleitores optaram por anular o voto, além de 4,06% escolheram o voto branco. A taxa de abstenção alcançou a marca de 26,96%. O número foi superior ao do primeiro turno, quando 24,28% dos eleitores cariocas não foram às urnas. 
Essa é a terceira vez que Crivella disputa a prefeitura carioca. Engenheiro civil, com pós-graduação na Universidade de Pretoria, em Joanesburgo, África do Sul, também concorreu ao governo estadual em 2006 e 2014. Começou a trabalhar aos 14 anos como auxiliar de escritório e foi taxista. Ficou oito anos no Exército, foi professor universitário e servidor público.

Perfil do prefeito eleito

Com 59 anos, Crivella nasceu na capital fluminense e é filho único de pais católicos. Em 2002, foi eleito para o Senado com mais de 3 milhões de votos. Foi reeleito para o período 2011 a 2019. No governo de Dilma Rousseff, foi ministro da Pesca e Aquicultura. O político publicou contos de cunho religioso e um livro sobre projeto que torna produtivas terras abandonadas pelo governo federal, na cidade de Irecê (BA).

Casado com Sylvia Jane há 36 anos, é pai de três filhos e tem dois netos. Crivella chegou a ser considerado um dos principais intérpretes do gênero gospel no Brasil, com cerca de 16 álbuns musicais gravados.

Crivella é senador pelo Estado do Rio de Janeiro e pastor licenciado da Igreja Universal do Reino de Deus. A campanha do segundo no turno na capital carioca foi marcada por uma série de escândalos relacionados a Crivella, como a sua detenção em 1990, revelada pela Revista Veja, e a citação do seu nome por um delator na Operação Lava Jato.
A apuração no Rio começou mais cedo por conta do horário de verão, que fez com que as votações terminassem às 16h no horário local.