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sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

País terá neste sábado Dia de Mobilização para Combate ao Aedes aegypti

Cerca de 220 mil militares foram deslocados para colaborar na ação que pretende visitar as casas de três milhões de famílias.

 
Campanha vai mobilizar famílias no combate ao mosquito transmissor do Zika, que também é vetor da dengue e da chikungunya. 
 
O governo federal promove neste sábado (13) o Dia Nacional de Mobilização para o Combate ao Aedes aegypti. A ideia é mobilizar famílias no combate ao mosquito transmissor do Zika, que também é vetor da dengue e da chikungunya. Três milhões de famílias deverão ser visitadas em suas casas, em 350 municípios.
Para isso, a presidente Dilma Rousseff determinou o deslocamento de seus ministros a vários estados a fim de participar ativamente da mobilização, conversando com prefeitos, governadores e batendo nas portas das casas. Os destinos de alguns membros do primeiro escalão já foram definidos, como os do titular da Saúde, Marcelo Castro, que seguirá para Salvador, e do chefe da Casa Civil, ministro Jaques Wagner, que irá a São Luís.
O ministro da Cultura, Juca Ferreira, irá para Aracaju; a ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello, visitará o Recife; o ministro da Comunicação Social, Edinho Silva, participará da ação em Maceió, e Ricardo Berzoini, titular da Secretaria de Governo da Presidência da República, viajará a Manaus.
O ministro da Defesa, Aldo Rebelo, por sua vez, irá a São Paulo. Ele vai se encontrar com o governador do estado, Geraldo Alckmin, em Campinas. “Estaremos presente nos estados. Acho que a presença dos ministros é um testemunho do compromisso e do esforço do governo federal para a contenção do mosquito e dos males que ele causa”, afirmou Rebelo.
As Forças Armadas deslocaram cerca de 220 mil militares para a ação. Eles vão acompanhar os agentes de saúde no trabalho de conscientização, casa a casa. Foram usados dois critérios para definir as cidades que serão visitadas na campanha; municípios com a presença de unidades militares e os com maior incidência do mosquito Aedes aegypit, conforme dados do Ministério da Saúde.
“A campanha é de mobilização, de convocar a população a fazer parte do esforço de combate ao mosquito e essa mobilização terá que ser feita de casa em casa. Nosso propósito é alcançar pelo menos 3 milhões de domicílios e distribuir pelo menos 4 milhões de folhetos neste sábado”, acrescentou Aldo Rebelo.

Emergência internacional

No início do mês, a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou emergência internacional de saúde pública em virtude do aumento de casos de microcefalia associados à contaminação pelo vírus Zika. A situação é preocupante, segundo a diretora-geral da OMS, Margaret Chan, por causa  de fatores como a ausência de imunidade entre a população, a falta de vacinas, tratamentos específicos e testes de diagnóstico rápidom além da possibilidade de disseminação global da doença.
Transmitido pelo Aedes aegypiti, o mesmo transmissor da dengue e da chikungunya, o Zika provoca dor de cabeça, febre baixa, dores leves nas articulações, manchas vermelhas na pele, coceira e vermelhidão nos olhos. Outros sintomas menos frequentes são inchaço no corpo, dor de garganta, tosse e vômitos. A grande preocupação, no entanto, é a relação entre o Zika e a ocorrência de microcefalia.

Nominuto
Crise na Petrobrás faz brasileiro pagar mais caro por gasolina gasolina-preco-rio No mundo todo, a gasolina está cada vez mais barata. No entanto, o Brasil registra cada vez mais alta nos preços do derivado de petróleo e seu companheiro, o óleo diesel. O motivo para isso, de acordo com especialistas da área, é a Petrobrás. Em crise, a petrolífera brasileira decidiu manter uma política de reajuste de preços para cima, a fim de equilibrar suas finanças. Dessa forma, há sete anos a empresa eleva os preços dos combustíveis no país, enquanto o mercado internacional registra queda no mesmo período. O barril de petróleo era cotado em US$ 110 por volta de 2014, mas no mês passado, não passou de US$ 30. Nos EUA, o galão de gasolina (3,78 litros) custa em média US$ 2,05, por exemplo, o menor preço em sete anos. Nos países vizinhos ao Brasil, os preços foram reajustados para baixo várias vezes. Só o Paraguai baixou os valores mais de três vezes no começo de 2015. Aqui, a Petrobrás elevou os preços quatro vezes desde 2013, sendo 10,6% naquele ano, 3% em 2014 e 6% no ano passado. O diesel acumula alta de 27,4% no mesmo período. Mas, sabemos que esses aumentos foram nas refinarias, não refletindo o percentual cobrado a mais pelos postos de combustíveis. gasolina_adulterada A crise da Petrobrás teve participação direta do governo, que reduziu os preços por conta da campanha top afiliado política de reeleição, quando os preços no exterior estavam em alta. Agora, que a balança inverteu, quem ganha são os exportadores, pois com o dólar em mais de 4 reais, o combustível brasileiro ficou atraente no mercado internacional. Mas outros analistas dizem que o repasse da redução internacional não é necessariamente uma saída para a queda de preços no Brasil, já que a desvalorização do real ajuda a diminuir o preço da commodity em dólar. Ainda assim, para alguns, parte do repasse da cotação internacional ajudaria a reduzir os preços, a fim de ajudar na recuperação da economia e redução da inflação, que em 2015 foi de 10,67%, sendo 4% acima do projetado pelo BC. Mas essa saída também não é unanime entre os analistas de mercado. Com dívidas que somam R$ 500 bilhões, a Petrobrás não teria como repassar nem parte da cotação internacional para os preços domésticos. Sem poder obter empréstimos no exterior, por conta da Operação Lava Jato, só resta para a companhia manter os preços lá em cima. A necessidade de recomposição do caixa da empresa não deve favorecer uma redução nos valores dos combustíveis em curto prazo. Ou seja, até lá, essa conta terá de ser paga pelos consumidores. Com maior preço na bomba, clientes particulares e empresariais terão maior custo em transporte, gerando resultados negativos que encarecem produtos e serviços, contribuindo para mais inflação e economia em crise. [Fonte: DW]