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segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Rosalba quer apoio do PMDB

A governadora Rosalba Ciarlini (DEM) deverá ser candidata à reeleição. A candidatura dela, entretanto, dependerá ainda da posição do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ao julgar os recursos da própria governadora contra duas decisões do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) do Rio Grande do Norte, que a considerara inelegível e a afastaram do cargo. Hoje, a gestora é mantida no cargo por força de duas liminares, até o julgamento do mérito no TSE.
Enquanto isso, a governadora se prepara para encarar a disputa eleitoral de 2014, quando, pela lei, ela poderá disputar a reeleição com o objetivo de conquistar mais um mandato de governadora do Estado. A reeleição foi instituída em 1997, durante o governo Fernando Henrique Cardoso (PSDB), com o advento da emenda constitucional número 16, que passou a permitir a reeleição apenas uma vez, para um mandato subsequente e sem restrição para um pleito não consecutivo.
A candidatura de Rosalba à reeleição vem sendo especulada pela imprensa desde o final do ano passado, quando a gestora passou a dar sinais de trabalhar por ela, através de movimentos midiáticos. Entretanto, o desgaste administrativo, em razão da deficiência na prestação dos serviços públicos e o confronto direto com categorias do funcionalismo, aliado a uma inabilidade no trato com a classe política e os demais poderes do Estado (legislativo e Judiciário) afugentou os aliados políticos, que passaram a planejar candidaturas adversárias.
Deixaram a base do governo, um a um, o PSD, o PV, o PMDB e o PR. O presidente do DEM, senador José Agripino Maia, correligionário de Rosalba, também passou a admitir que o partido irá selar o futuro da governadora, decidindo se ela será candidata levando em consideração a renovação dos atuais mandatos de três deputados estaduais e um deputado federal. Não é segredo que o DEM conversa com o PMDB e poderá não dar a legenda a Rosalba, em troca de uma posição favorável à reeleição dos deputados do DEM numa chapa proporcional com o PMDB.
Contudo, diante da indefinição do quadro eleitoral, tendo a confirmação, até agora, apenas da candidatura do vice-governador Robinson Faria, rompido com o governo Rosalba desde dezembro de 2011, a governadora e seu grupo político, que tem como mentor o ex-deputado Carlos Augusto Rosado, marido de Rosalba e atual chefe do Gabinete Civil, contemplam a possibilidade de Rosalba ser candidata – desde que a Justiça Eleitoral permita. Para tanto, Rosalba não descarta voltar a conversar com o PMDB, partido que rompeu com o governo em setembro do ano passado, alegando descompasso administrativo. Para muitos, o rompimento do PMDB com Rosalba foi de “fachada”.
FONTE: JORNAL DE HOJE