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terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Escoamento de frutas pelo Porto de Natal deve crescer 30%

A movimentação de contêineres contendo frutas poderá crescer cerca de 30% em comparação ao período da safra do ano passado movimentada pelo Porto de Natal. Quem afirma é do presidente da Companhia Docas do RN (CODERN) Pedro Terceiro de Melo.
"Esse ano nós teremos um acréscimo no escoamento de frutas. Nós cresceremos em relação ao ano passado em torno de 30%", revela Terceiro de Melo, acrescentando que semanalmente está saindo pelo Porto de Natal aproximadamente 300 contêineres de frutas para a Europa.
Pedro Terceiro garante que esse crescimento se dá pelo trabalho realizado junto aos exportadores do Estado. "Isso nos dá alegria, pois foi um esforço feito junto aos exportadores, de forma que hoje a gente já pode contabilizar esse crescimento".
MINERAÇÃO
No tocante à exportação de minério de ferro e também como resposta à exportadora Susa Mineração, que afirmou, na semana passada, que o Porto de Natal não tem infraestrutura adequada para realizar esse tipo de operação, Pedro Terceiro foi enfático ao afirmar que o Porto não tem qualquer tipo de dificuldade em realizar operações de exportação de minério.
Ele explica que durante o período em que está à frente da Companhia Docas do RN a Susa Mineração fez apenas uma exportação e não teve dificuldade para operar. A operação foi realizada em agosto de 2012, quando a empresa exportou pelo Porto de Natal uma quantidade de 30 mil toneladas de minério de ferro, que na época foi destinado à China em uma operação que durou cerca de cinco dias.
"Não houve nenhuma dificuldade para que essa operação se realizasse, a não ser o débito já existente que ela tinha com o Porto, mas que nós facilitamos, inclusive parcelamos esse pagamento para que essa operação fosse realizada" explica.
Apesar do ocorrido, Pedro Terceiro se coloca à disposição da empresa de mineração para acordos futuros. "Nós nos colocamos à disposição para que a gente possa, se tiver alguma dificuldade para que o Porto possa vir a fazer esse trabalho, a gente superar. Eu realmente desconheço essas dificuldades. Sempre que a empresa nos procurou nós estivemos à disposição para que fossem efetuadas essas exportações", esclarece o presidente da Codern.

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