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quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Descoberta de petróleo na Bacia Potiguar cria boas expectativas econômicas

O anúncio da Petrobras nesta terça-feira (17) da descoberta de petróleo em águas profundas na Bacia Potiguar poderá reaquecer o segmento econômico no Rio Grande do Norte. Em tudo se concretizando, a nova produção irá trazer o estado ao cenário nacional petrolífero.
O titular da Secretária Estadual de Desenvolvimento Econômico, Rogério Marinho afirma que há uma boa expectativa sobre essa descoberta e aguarda os futuros teste realizados pela estatal.

Para Rogério, após o chamado anúncio relevante da Petrobras só se tem conhecimento da existência do óleo, mas não se sabe o tamanho e se será explorado. Ele acrescenta que a partir dessas informações de espaço, por exemplo, saberá quantos barris podem ser produzidos e o valor de sua comercialização. “Só sabemos o que foi veiculado na imprensa, qualquer outra informação dada, de forma privilegiada, é crime”, fala.“Vamos esperar, vê se os testes confirmem um bom reservatório para a produção. De forma que haja melhorias no ciclo econômico na região e o Estado volte à produção, já que perdeu investimentos da Petrobras e outas empresas”, pondera o secretário.
Até que todos os processos acabem, Rogério apenas aponta como impacto econômico no Rio Grande do Norte a arrecadação dos royalties, que terão crescimento, e a geração de empregos.
O professor de Geofísica do Petróleo da UFRN, Carlos Cesar afirma que a descoberta só agrega valor a produção no Estado. Ele comenta que pela Bacia Potiguar ser explorada ao longo de décadas, já estava “madura e com poucas oportunidades exploratórias em terra”.
Com a descoberta de petróleo em águas profundas, Carlos garante a abertura de novas fronteiras para exploração. Desse tipo, o professor acredita que seja a primeira no RN.
“Era algo desconhecido. Com esse anúncio da Petrobras, abre-se novas fronteiras para adentrar ao mar com esse tipo exploração”, e acrescenta, “se há óleo naquele lugar, pode ter ao lado”.
Mesmo com boas perspectivas, o professor comenta que a próxima etapa são processos analíticos para saber qual o tipo de reservatório, como será a extração, se é economicamente viável e sua capacidade de produção. “Essas informações são sigilosas e as pesquisas podem durar meses, anos”, comenta.

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