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quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Investigações sobre tráfico de crianças exigem maior uso de tecnologia

As investigações dos casos de desparecimento de crianças necessitam recorrer cada vez mais à tecnologia para tornar os processos mais ágeis. A opinião é do presidente do Instituto de Segurança Pública estadual, Paulo Augusto Souza Texeira, dada hoje (27) durante reunião da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investiga o tráfico de crianças no estado.
Na Assembléia Legislativa fluminense, Texeira disse que é preciso dar mais atenção não só ao desparecimento de crianças, mas também às ocorrências de uma forma geral. "Nós diagnosticamos várias motivações para o desparecimento de pessoas no Rio. Temos a questão da fuga domiciliar por causa da violência, mas isso não se restringe apenas a crianças e mulheres que apanham dos maridos. Temos pessoas que acabam fugindo por dívidas com criminosos ou agiotas. Também existe a questão de homicídios, quando as pessoas são enterradas como indigentes", disse o presidente do instituto.
Para o deputado Paulo Ramos (PSOL), que preside a CPI do Tráfico de Crianças, é muito importante que a comissão abra a possibilidade de investigação para todas as faixas etárias. "O trabalho precisa ser dinâmico e trazer resultados. Estamos cobrando uma especialização do serviço que procura pessoas desaparecidas, que é feito pela Polícia Civil e, posteriormente, passado para a Divisão de Homicídios. Temos certeza que o trabalho conjunto vai contribuir para a otimização do trabalho", afirmou Ramos.
A última pesquisa de desaparecidos, feita em 2009, com base nos casos registrados em 2007 no estado do Rio, apontou que 71,3% das pessoas tidas como desaparecidas retornam ao lar ou foram encontradas. Em 2011, o instituto atualizou as causas que motivaram o desaparecimento das vítimas, utilizando dados de 2010, e verificou que as principais características se mantêm.
A comparação entre 2007 e 2010 revela aumento no número de casos. Em 2007, foram registrados 4.641 desaparecimentos. Em 2010, a cifra aumentou para 5.473 ocorrências, perfazendo uma diferença de 832 registros no período analisado.
 Agência Brasil

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