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O PASSADO PELO PRESENTE

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sexta-feira, 12 de outubro de 2018

Marcelino Vieira RN: eleitores de Bolsonaro se preparam para mais uma carreata na cidade!



Os organizadores Pró Bolsonaro estão preparando mais uma manifestação em apoio a Bolsonaro presidente. O evento está agendado para  dia 27 de outubro (vésperas da eleição do segundo turno), em frente ao Posto Vieirense. A expectativa é de muitas adesões e um grande arrastão pelas principais ruas da cidade.

Atenção Marcelino Vieira e região, articule sua equipe, sua comunidade e venha participar deste fabuloso evento.


Padre Claudênis pede apoio para Carlos Eduardo governador em Marcelino Vieira. Veja

Marcelino Vieira está com Carlos Eduardo é 12. #Vamos a #Vitória

Publicado por Deninhoss Ciríaco em Sexta, 12 de outubro de 2018

CARLOS EDUARDO DECLARA APOIO A BOLSONARO


O ex-prefeito de Natal, Carlo Eduardo, reforçou apoio à campanha do capitão Bolsonaro (PSL). Será a primeira grande sinalização do grupo pedetista do RN rumo ao antipetismo. O deputado Tomba Faria (PSDB), um dos mais votados do Estado, e sua mulher, Fernanda(MDB), prefeita de Santa Cruz, seguem no mesmo rumo.

É aguardado para ainda hoje o anúncio da posição da prefeita de Mossoró, Rosalba Ciarlini (PP), que tem, também, a responsabilidade de virar o jogo na capital do Oeste. O filho de Rosalba, o publicitário Kadu Ciarlini (PP), é o vice na chapa de Carlos Eduardo.

Em Natal e Mossoró, o capitão Bolsonaro já foi vitorioso no primeiro turno. Agora, na fase decisiva do pleito, há um movimento em todo o Nordeste, – única região que deu maioria ao candidato do PT -, para equilibrar a eleição presidencial.

Jair Sampaio

quinta-feira, 11 de outubro de 2018

32 processos, que vão do recebimento de dinheiro da Lava Jato a denúncias por improbidade administrativa e superfaturamento de obras, destaca edição da Isto é

Extensa ficha corrida: Haddad responde a 32 processos, que vão do recebimento de dinheiro da Lava Jato a denúncias por improbidade administrativa e superfaturamento de obras, destaca edição da Isto é

NAS CORDAS Acossado pela escalada de más notícias, o petista vê disparar seus índices de rejeição (Crédito: Marcelo Chello/CJPRESS/Estadão Conteúdo)

Fernando Haddad não foi escolhido por Lula para substituí-lo na corrida presidencial por acaso. Ele carrega o mesmo DNA dos malfeitos de seu padrinho político encarcerado na Superintendência da Polícia Federal, em Curitiba, desde abril. O candidato do PT à Presidência responde a 32 processos na Justiça, que o colocam como um dos campeões da ficha de ilícitos cometidos na vida pública. Na extensa folha corrida, Haddad, já réu em dois processos, é acusado de receber dinheiro de caixa dois de empreiteira condenada na Operação Lava Jato, denunciado por crimes de Improbidade administrativa, suspeito de superfaturamento de obras e serviços, acusado pelo desvio de recursos e até da aplicação ilegal de dinheiro público. Não bastasse seu envolvimento direto em inúmeras irregularidades, o presidenciável petista se cercou na campanha rumo ao Palácio do Planalto, a mando de Lula, de assessores e coordenadores igualmente processados por crimes no Petrolão, dando indicativos concretos de que o partido reativará – num eventual futuro governo – a máquina de corrupção azeitada durante os 13 anos de PT no poder. Pior. Além do risco de retrocesso ético, a eleição de um novo poste de Lula para o cargo de presidente resgatará a ameaça da ineficiência e da incompetência administrativa que marcou a gestão de Haddad tanto à frente da Prefeitura de São Paulo, como do Ministério da Educação.

Dinheiro de caixa dois

Formado em Direito pela tradicional Faculdade do Largo do São Francisco, Haddad sempre alardeou pautar sua vida pública pelo caminho da retidão. A narrativa, como quase tudo no PT, não pára em pé. Basta jogar uma lupa sobre sua vida pregressa para se perceber que o presidenciável petista é lobo com cútis de cordeiro –ou seja, encontra-se tão encrencado quanto seus padrinhos políticos petistas. A Kurier Analytics, uma empresa de gestão de informações jurídicas, foi quem levantou, a pedido de ISTO É, a ficha corrida de Haddad na Justiça e catalogou a existência de 31 processos contra o ex-prefeito, apurando o número da ação, a vara em que está ajuizada a causa e os motivos dos procedimentos. A reportagem acessou um por um dos processos. Na relação, apenas não constava a 32ª ação contra o petista, por correr na Justiça Eleitoral. Versa sobre o recebimento de caixa dois na campanha a prefeito em 2012 e cuja denúncia, formulada pelo promotor Luiz Henrique Dal Poz, foi aceita pelo juiz Francisco Shintate.

Como desdobramento da operação Lava Jato, o ex-prefeito é acusado de ter recebido, em 2013, R$ 2,6 milhões da Construtora UTC para o pagamento de uma dívida contraída junto a gráficas. O dinheiro não foi contabilizado e chegou ao PT por meio do doleiro Alberto Youssef, segundo delação do ex-presidente da empreiteira Ricardo Pessoa. Como contrapartida, a Constran, do grupo UTC, ganhou uma licitação de R$ 417 milhões promovida pelo prefeito para a construção de um terminal rodoviário em Itaquera, segundo denúncia do promotor Marcelo Mendroni.

As contas de campanha de Haddad, na verdade, sempre foram uma espécie de caixa de Pandora do petista. Na campanha à reeleição para prefeito em 2016, Haddad ficou devendo R$ 2,1 milhões para o publicitário Giovane Favieri, da F5BI, em razão da locação de equipamentos de edição de vídeos. Favieri, investigado pela operação Lava Jato por receber dinheiro sujo em campanhas eleitorais, inclusive para o PT, entrou na 6ª Vara Cível com ação para receber o débito. No último dia 16 de agosto, o PT fez acordo para ele receber o dinheiro em parcelas até 2020. O mais suspeito, contudo, é que, no último dia 25, Favieri recebeu outros – ou seriam os mesmos? – R$ 2,1 milhões oriundos do caixa da campanha presidencial de Haddad, conforme registrado no TSE, também a título de locação de equipamentos para edição de vídeos.

OS PROCESSOS


Haddad parece mesmo não gostar de jogar às claras com a Justiça Eleitoral. Em declaração de bens obrigatória ao TSE, o presidenciável atesta que o apartamento em que reside em São Paulo vale a pechincha de R$ 90 mil. No Cartório de Registro de Imóveis, porém, consta que ele declarou ter pago R$ 120 mil pelo imóvel em 1998 e realizado um investimento de mais R$ 20 mil na compra de uma garagem, esta não declarada pelo presidenciável. O valor venal do apartamento é de R$ 997,9 mil – mais de 10 vezes a quantia orçada pelo candidato petista ao TSE.

Entre as dezenas de processos aos quais Haddad responde na Justiça, a maioria é composta por pelo menos 15 ações populares e nove por improbidade administrativa. Em uma delas, Haddad é acusado de superfaturar a ciclovia que liga o Ceagesp ao Ibirapuera, ao custo de R$ 54,7 milhões. Cada quilômetro custou para a Prefeitura R$ 4,4 milhões, bem acima do preço pago numa ciclovia na mesma região durante a gestão do ex-prefeito Gilberto Kassab, — R$ 617 mil por quilômetro. Nesse caso, o juiz Kenichi Koyama, da 11ª Vara da Fazenda Pública, já aceitou a denúncia e Haddad virou réu. Ele é acusado também de superfaturar a compra de salsicha para a merenda escolar. O Ministério Público Estadual o acusa ainda de desviar R$ 129,2 milhões de verbas destinadas ao Teatro Municipal. Nesse processo, estão envolvidos ex-assessores diretos de Haddad.

Não bastassem os processos, o candidato do PT ao Planalto acumula uma grande rejeição entre o eleitorado – acima de 40% segundo as últimas pesquisas de intenção de voto. A reprovação segue em curva ascendente. A aversão ao seu nome por parte do eleitor não constitui propriamente uma novidade. Haddad experimentou o infortúnio em 2016, quando acabou perdendo para João Doria (PSDB) no primeiro turno. Atualmente candidato ao governo do Estado, Doria desenvolve uma explicação para o baixo desempenho do ex-prefeito. Guarda relação com a fama de laborfóbico do candidato do PT à Presidência. “Ele não gostava de trabalhar. Chegava à Prefeitura às 10h e ia embora às 18h. Nos finais de semana não aparecia”, disse o tucano. Num rápido balanço de sua gestão, percebe-se que o petista deixou de cumprir grande parte das promessas feitas ao assumir o cargo. Prometeu construir 243 creches e só entregou 38. Prometeu erguer três novos hospitais, mas nenhum deles abriu as portas. Disse que iria construir 55 mil casas populares e só levantou 10 mil. O déficit de professores aumentou de 1.800 para 4.700 ao final de seu mandato. Um desastre.

Fraudes no Enem

A passagem de Haddad pelo comando do Ministério da Educação também foi marcada por intempéries. Desde a polêmica criação do chamado “kit gay” às fraudes na aplicação do Enem, que provocou um prejuízo de R$ 30 milhões aos cofres públicos. Logo no início de sua gestão, o petista virou alvo das primeiras reprimendas dos órgãos fiscalizadores. Uma ação da Controladoria Geral da União (CGU) detectou uma verdadeira “farra das passagens” no ministério. Conforme o relatório da CGU, em 2005 foram desembolsados R$ 3,3 milhões, um valor R$ 932 mil acima do teto estabelecido. “O gestor (Haddad) não adotou as providências necessárias para limitar os gastos com diárias e passagens, desconsiderando a Portaria da Subsecretaria de Planejamento e Orçamento – SPO”, descreve a CGU. Ainda segundo a auditoria a qual ISTOÉ teve acesso, a Controladoria fez uma análise minuciosa de gastos de 16 servidores, entre os quais Fernando Haddad, relacionada ao exercício financeiro de 2005 do MEC. O que a CGU descobriu é que o compromisso com a coisa pública não é uma máxima no petista. Para camuflar o péssimo desempenho no ministério, Haddad investia pesado em propaganda. Os gastos saltaram de R$ 9,5 milhões, em 2005, para R$ 30,1 milhões, em 2012.

Mesmo com uma gestão atabalhoada à frente do MEC, Haddad se manteve no cargo por sete anos, dois dos quais já no governo Dilma, que chegou a pensar em substituí-lo por Marta Suplicy. Mas Haddad era intocável. O petista só deixou o ministério em 2012, convencido por Lula a disputar a Prefeitura de São Paulo. Para catapultar Haddad novamente, desta vez ao posto de mandatário do País, Lula fez as vezes de tutor e coordenador informal da campanha. Conforme antecipou ISTOÉ na última edição, Lula montou um verdadeiro QG na cadeia, de onde articulou a cooptação de caciques do Nordeste e determinou até repasses de dinheiro, em troca do apoio de lideranças regionais a Haddad. Para torná-lo mais palatável ao núcleo duro petista, Lula o orientou a se inscrever na corrente majoritária do PT, a Construindo um Novo Brasil (CNB). Depois, destacou petistas de sua confiança para o assessorarem – todos investigados ou processados pela Justiça.

O tesoureiro da campanha petista é Francisco Macena, vereador do PT e que responde ao lado de Haddad pela acusação de recebimento de R$ 2,6 milhões da UTC para o pagamento de dívidas da campanha à prefeitura paulista em 2012. A ex-presidente Dilma Rousseff, uma das acusadas pelo STF como integrante do “quadrilhão do PT, coordena a campanha em Minas Gerais, onde é candidata ao Senado. A senadora Gleisi Hoffmann, presidente do partido, também investigada na Lava Jato, é quem toca a campanha no Paraná. Outro que exerce papel de destaque é ex-presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, que responde a duas ações de improbidade por prejuízos à estatal. Completam o time o presidente do Instituto Lula e o mais fiel escudeiro de Lula, Paulo Okamoto, Gilberto Carvalho, ex-chefe de gabinete de Lula investigado na Operação Zelotes, o ex-presidente nacional do PT, Ricardo Berzoini, e Lindberg Farias, candidato do PT ao Senado pelo Rio – velhos conhecidos das páginas político-policiais que regressarão ao poder, se Haddad eleito for.


Isto É

TIÃO COUTO NEGA ALIANÇA COM FÁTIMA BEZERRA, MAS ADMITE CONVERSAS INTERNAS

Tião Couto nega aliança com Fátima Bezerra, mas admite conversas internas

O empresário Tião Couto (PR), que foi vice governador na chapa de Robinson Faria (PSD) negou através de nota que tenha fechado aliança com Fátima Bezerra (PT), mas admitiu conversas internas para definir a sua posição neste segundo turno das eleições. 

Tião planeja um novo duelo com o grupo da prefeita Rosalba Ciralini (PP), em Mossoró. Rosalba apoia a chapa de Carlos Eduardo (PDT) e Kadu Ciarlini (PP) ao governo.

No primeiro turno, com o apoio de Tião, Robson obteve apenas 8.996 votos em Mossoró, ficando atrás de Breno Queiroga, Carlos Eduardo e Fátima. 

Confira a nota do grupo de Tião

O grupo político RN Melhor, vem a público esclarecer que não fechou alianças com nenhum candidato a governo do estado e nem a presidência da republica.
O grupo encontra-se em fase de conversas e fechamentos internos para poder definir a sua posição neste segundo turno das eleições. 
Portanto, toda e qualquer informação que esta sendo veiculada com o nome do empresário Tião Couto como possível apoiador da candidata a governo do estado Fátima Bezerra, até este momento, não é verídica.
O grupo no momento certo irá informar quais os seus possíveis apoios para o segundo turno das eleições a nível estadual e nacional.

quarta-feira, 10 de outubro de 2018

[VÍDEO] AVIÃO DA AZUL LINHAS AÉREAS APRESENTA PROBLEMAS E RETORNA PARA RECIFE-PE.


Uma aeronave ATR 72-600, com voo inicial AD5183, e prefixo PR-AKA, com capacidade para 70 passageiros, que faz voos para Mossoró, deveria pousar por volta das 15:00hs desta quarta feira 10 outubro 2018, no aeroporto Dix Sept Rosado, porém apresentou problemas, deu voltas na cidade de Assu, e retornou para Recife-PE. Procedimento dentro dos padrões de segurança da aviação civil, ou seja a aeronave tinha condições de retornar para Recife, onde lá, mecânicos já aguardava o avião para os reparos necessários. Como mostra o Flightradar, outra aeronave desta vez de, voo AD-9354 prefixo PR-AQR, seguiu com os passageiros com previsão de chegada às 18:40hs. Não foi a primeira vez que este voo para Mossoró apresentou defeito na aeronave.

Novo avião prosseguiu com o voo. Foto Flightradar





Passando na Hora

Carlos Eduardo deverá receber apoios de Benes Leocádio, Girão, Bolsonaro e do PSDB.

Carlos Eduardo é a opção contra o PT
O candidato Carlos Eduardo (PDT) deverá receber os apoios de Benes Leocádio e do PSDB por completo.

O ex-prefeito está preparando uma avalanche de apoios nos próximos dias, incluindo do federal Girão e do presidenciável Bolsonaro.

Carlos Eduardo deverá aparecer em alta nos próximos levantamentos contra a candidata do PT.